quarta-feira, 27 de junho de 2012

Decoração: Penteadeiras!


Um dia desses eu estava pensando em quanta coisa mudou na minha vida, olhei para o meu quarto e vi que ele continuava o mesmo, isso me deu uma aflição doida, botei na minha cabeça que ia mudar toda a decoração dele. Sabe quando você passa anos com as mesmas paredes? Pois é! Ele não mudou comigo - que era o que deveria acontecer - e me deu uma sensação de vida meio estagnada.
Com isso, pesquisando imagens de decoração, criei uma certa obsessão por penteadeiras com carinha bem vintage... Elas são simplesmente lindas, não ocupam muito espaço, e dá outra cara para qualquer quarto mais simples.



Eu olho para elas, e logo me lembram um cenário de filme antigo, com uma mulher se perfumando, hehe. Parece deixar qualquer ambiente impecável, né?!






Curtiram? :D


domingo, 10 de junho de 2012

Torto por linhas certas!


Todo mundo sabe qual é a coisa certa a se fazer. Ela geralmente se resume a respeitar a si mesma e enxergar o óbvio. Por exemplo: viver eternamente apaixonada por um ex-ficante não dá. Se ele nunca mais apareceu, é porque não quer nada com você e o ideal é esquece-lo, certo? Certíssimo!
Mas quem diz que a gente se resolve com isso? E a esperança, aquela que não morre nem com reza brava, onde fica? E aquele milagre que amamos esperar? Isso tudo leva a uma vontade danada de não resolver nada - falta o bom-senso para tomar uma atitude certa e a coragem para fazer a coisa errada. O problema é que não resolver nada freia - faz baliza e estaciona - nossa vida. 
O errado no caso da eterna apaixonada pelo ex-ficante é ir atrás dele, se declarar e ouvir da boca do cara um fora daqueles. Ou ficar com ele mais uma vez, vê-lo sumir novamente e se sentir humilhada no último.  E então chorar, passar noites sem dormir e comer todo dia um tiramissú para se consolar de ter procurado o maldito.
Olha, sei que é meio camicase, mas acho sinceramente que, quando não conseguimos de jeito nenhum fazer a coisa certa ( e quase nunca acertamos de primeira), o melhor é fazer a errada, aquele erro total e absoluto mesmo! Só que sem a esperança de que algo vá mudar. A ideia é tentar mais uma vez com a consciência de que vai quebrar a cara. Passar um batonzão vermelho, se olhar no espelho e falar: "Vou ali me estrepar". E voltar arrasada. Mas com aquela raiva (de si mesma) que dá combustível para finalmente encontrar o rumo.
Pode parecer sádico, mas fazendo o errado a gente se resolve melhor do que não fazendo nada. Sofre tudo para depois abrir espaço para as alegrias - e não fica presa à vida morna, ao mais ou menos. Não sei vocês, mas eu prefiro - em qualquer aspecto da vida - um não cruelmente sincero ao consolo de um "talvez" infinito.


Esse texto é da editora de comportamento da revista "Gloss", Sílvia Amélia.


domingo, 3 de junho de 2012

Primeira Tattoo!


Depois de um tempinho parado, o blog voltou \o/, com uma possibilidade que ronda minha cabeça, mas ainda tenho um certo medo, ou insegurança. Então hoje o post vai ser pra mim e para vocês que também querem fazer uma tatuagem, mas não está 100% segura.

1° Passo: Se você tem menos de 18 anos, converse com seus pais, e ouça o que eles tem a dizer. Alguns ainda tem um pouco de preconceito, então insista e prove que você é madura para tomar uma decisão assim tão "permanente".

2° Passo: Escolher um desenho/frase de acordo com você, sua personalidade, ou algo que é, ou foi importante e te marcou. Gente esse negócio de fazer a "tattoo do momento", "porque todo mundo tem", é furada. Pense em algo que você vá olhar daqui há vinte anos e vai se orgulhar, que tenha uma "história". Pesquise bastante.

3° Passo: Escolher um bom profissional. Isso é essencial, eu conheço pessoas que foram em um intuito de fazer um desenho e o resultado ficou completamente diferente do esperado. Procure referências, observe se o estúdio é bem direitinho, para não correr nenhum risco.

Eu separei algumas favoritas para mostrar para vocês: